domingo, 4 de dezembro de 2011

Na a minha horta!!!
Depois de meses sem postar nadica de nada, resolvi retomar o blog com uma comidinha simples, mas com um delicioso diferencial: os temperos usados são da “minha horta”.
A primeira vez que visitei este apartamento, quando vi a enorme varanda, logo pensei em por meu projeto de fazer uma linda horta suspensa. Fosse em floreiras ou em vasos. E como não tenho um mínimo de dom para lidar com plantas, ou melhor, lido bem com elas na panela, kkkkkkk, a tarefa de mexer na terra, adubar, plantar ficou para meu marido, este sim com o dedo completamente verde, a julgar pelo tamanho que meus temperos estão. Lindos e viçosos. Então fiz um macarrão com berinjela, tomatinhos cereja e manjericão (da horta), no domingo e na segunda um frango com quiabo no qual usei salsa fresquinha também colhida ali mesmo, uma delicia.
Agora é só esperar as pimentas, a alface e a rúcula crescerem para, com estas ultimas fazer uma linda salada com folhas novas e fresquinhas...






segunda-feira, 4 de julho de 2011

Pesca é ação, não paciência!

Culinária cuiabana!

Domingo ensolarado em pleno inverno pedia uma boa caminhada no calçadão ou mesmo um delicioso banho de mar, mas como chegamos há pouco de Cuiabá e diante de uma convocação de minha mãe que estava ansiosa por provar os deliciosos sabores do Mato Grosso, fomos mostrar aos capixabas os sabores do mesmo .
Optamos por fazer pratos típicos  da culinária do mato-grossense.
Fizemos então, a duas mãos, ventrexas de pacu, mojica de pintado e farofa de banana da terra.
Ventrexa é um corte da costela do pacu, que é servida frita. Aqui temperamos tempero completo caseiro bem chegado no alho, passamos no fubá e fritamos em óleo bem quente.
A mojica é um ensopado de surubi pintado cortado em cubos, cozido com mandioca e temperado com alho, cebola, tomate coentro e cebolinha .
E a farofa de banana foi feita com farinha de mandioca alem de cebolas fritas na manteiga e ovos.
Juntos estes três pratos representam o que de mais típico tem a culinária cuiabana.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Bolo de cenoura estadunidense.

Esta semana me ligaram me intimando a fazer um bolo (pediram de chocolate ) para uma confraternização de aniversário no trabalho , dura tarefa, como se eu não amasse fazer bolos e ver as pessoas se deliciando com eles .
Resolvi, porém fazer um bolo de cenoura . Esse tirado de um livro que meu irmão trouxe dos Estados Unidos . A receita é diferente do convencional brasileiro, mas o resultado é maravilhoso , um bolo macio e molhadinho , o original americano leva um cobertura com cream cheese e limão siciliano , mas eu resolvi fazer uma cobertura mais ao gosto de nós brasileiros : uma deliciosa, espessa e brilhante cobertura de chocolate.
Prefiro essa receita ao nosso tradicional pelo estilo rústico do primeiro que leva nozes picada. Usei castanha do Brasil (que trouxe do norte de MT), alem  de levar açúcar mascavo , especiarias e passas que lhe confere um sabor exclusivo. Eu prefiro sem cobertura para ser degustado com um bom café, mas os colegas daqui não abriram mão da deliciosa cobertura de chocolate.
O resultado: a aniversariante devorando o bolo!!! kkkkk
A D O R E I I I!!!

domingo, 22 de maio de 2011

O Queijo da sogra!


   Dez dias de merecidas férias, saio correndo do trabalho direto para o aeroporto e mal vejo a hora do avião descer em Cuiabá , quando o avião aterrissa nem me importo muito com o extravio de minha bagagem , depois cuidamos disso, agora cuidaremos de comer os deliciosos peixes da peixaria da Dona Maria e do Benê na Marina Beira Rio. Ventrexas de pacu, pintado grelhado, pacu grelhado, mojica de pintado, farofa de banana da terra, enfim um bom motivo para sair da dieta e saborear os deliciosos peixes que nos fizeram cruzar os céus de metade do Brasil rumo ao centro-oeste e de lá, rumo ao norte do Mato Grosso, mais precisamente ao rio Teles Pires aonde vamos em busca de matrinxãs, um peixe de carne  rosada, encantador na esportividade quando fisgado, e um sabor sem igual quando assado ou grelhado .
   Mas, antes de na busca dos mesmos faremos uma deliciosa parada na casa da sogra, que mora em um lindo lugar cercada de patos, galinhas, porcos, lindos bezerrinhos e as vacas de onde vem o leite que ela faz um delicioso queijo tipo queijo minas e também um requeijão maravilhoso de sabor suave e delicado que denuncia suas raízes germânicas.
   Foram deliciosos dias andando pelos campos e explorando a reserva de mata nativa, tomando banho no riacho que fica a metros da casa e, é claro, degustando essas delicias feitas pelas hábeis mãos de Dona Adelaide. Impossível não trazer um exemplar deste maravilhoso queijo que, agora já de volta à lida habitual, degusto e relembro já com saudade destes dias de descanso. Que em breve lá voltaremos .

Cookies

Cookies  
Bem, já disse aqui que detesto americanizar o nome dos quitutes , mas este é uma variação dos famosos ou tradicionais biscoitinhos norte americanos e, pensando bem, cheese Bread (kkkkk) nunca será nosso delicioso pão de queijo .
Esta receita encontrei em um artigo do site Terra Culinária, e como há tempos ando procurando uma receita light acho que agora encontrei .

Cookie de aveia light
Ingredientes:
¾ xícara de chá de adoçante em pó
3 colheres de sopa de margarina light
1 ovo
1 colher de chá de essência de nozes
1 xícara de chá de farinha de trigo
½ colher de chá de bicarbonato de sódio
1 ½ xícara de chá de aveia
½ xícara de chá de uva passa sem sementes
1 colher de sopa de nozes picadas

Modo de preparo:
Junte o adoçante em pó, a margarina, o ovo, a essência e três colheres de sopa de água. Bata até obter um creme bem fofo. Junte, aos poucos, a farinha de trigo, o bicarbonato de sódio, a aveia, a uva passa e as nozes e misture bem. Com uma colher, pingue porções de massa numa assadeira, untada, deixando um espaço de cinco centímetros entre os biscoitos. Leve para assar em forno moderado por 20 minutos, ou até que fiquem ligeiramente dourados. Esta receita rende 50 cookies, cada um com 35 calorias.

Como sempre, mudei um pouco (kkkkkkkk), na verdade sempre mudo , coloquei  ½ xícara de trigo integral, no lugar do comum, o primeiro mais saudável. Completei a xícara com farinha de castanha de caju que comprei em minha última viajem ao norte do Mato Grosso( http://www.coopernova-mt.com.br/10522/17097.html ), coloquei Tb 01 colher de sopa de óleo de coco, substituindo 1  das colheres  de margarina  este óleo também saudável e com estudos que mostram que ele diminui a gordura abdominal ( não custa usar )..
Levei meu quitute light e super saudável para meus nutricionistas prediletos e colegas de trabalho, o Ricardo e a Mariana.
Para mim, ficaram prefeitos para ser degustado com café com leite ou capuccino

sexta-feira, 8 de abril de 2011

BOLINHO ENCANTADO OU CUPCAKE?

Segundo a tradução do dicionário Michaelis, cupcake é um bolo pequeno assado em forminha semelhante a uma xícara. Então não pretendo usar o termo em inglês .
Para mim eles nada mais são que mini bolos que, decorados e recheados ficam maravilhosos sim e fazem a alegria de crianças de todas as idades!
Numa viajem a Cuiabá, há sempre Cuiabá, vai ver é porque lá fico de férias e tenho tempo para passear e observar, num shopping vi um quiosque “recheado” de bolinhos (me recuso a norte americanizar) recheados e com lindas coberturas, desde então não tirava os tais da cabeça.
Então decidi tentar reproduzi-los vasculhei a internet, como sempre faço atrás de uma receita e de coberturas ate encontrar uma que me agrade, feito isso parti para confeccioná-los.
Fiz uma receita simples e básica( tirei daqui:
e resolvi  recheá-los  com geléia de morango que eu mesma havia feito e, para cobertura, fiz uma receita que leva leite gelado, pó de gelatina de morango, açúcar de confeiteiro e  emulsificante, que são batidos juntos até o ponto de confeitar. Tirei daqui:
Substitui a água pelo leite porque noutros sites pediam leite. Também coloquei somente um pacote de gelatina ,ou seja:  mudei tudinho kkkkkkk
Depois de assados recortei a tampa coloquei o recheio retornei com a tampa e confeitei com bico pitanga. Decorei alguns com confeitos de estrelinhas, o olhar do Matheus (4 anos), filho dum amigo, ao ver os bolinhos... valeu por todo o trabalho. As imagens dão uma idéia da delícia que ficaram!


domingo, 3 de abril de 2011

Filé do Moraes, bem acompanhado!

Domingo preguiçoso, tenho acordado ultimamente só pensando na próxima viajem ao Mato Grosso, Estado que aprendi  a amar e assim relembro da última aventura e o gosto da culinária local, rica em pescados maravilhosos. O engraçado é que hoje teremos medalhão de filé, mas como estou contando os dias para minhas férias, impossível não lembrar as delicias de lá.  Enquanto estas não chegam, nem seus maravilhosos peixes, rendo-me ao medalhão de filé!
Então resolvi fazer acompanhado de batatas com alecrim, cará gratinado com queijo minas (aquele de Regência – trouxemos dois KKKKKK). Dificilmente faço dois carboidratos numa mesma refeição, mas onde comprei os tais agriões encontrei um cará maravilhoso, e resolvi fazê-lo em alusão a um prato de um restaurante que almoço toda quarta feira. Para completar fiz uma salada de pepino japonês, azeitonas, cebola e salsinha com um molho de requeijão, que fiz à partir de coalhada que dessorei, inspirado na famosa   tzatzik  grega (Tzatziki (em grego: τζατζίκι) é um acepipe típico da culinária da Grécia, também usado como molho de souvlaki e de gyros. (Wikipedia)
É preparado com iogurte (normalmente de leite de ovelha ou de cabra, na Grécia e na Turquia), pepino, alho, sal, azeite, pimenta preta e endro, sendo por vezes também acrescentados sumo de limão e salsa ou hortelã.)
O agrião que acompanha este é herança de um prato muito apreciado pelo meu marido, um medalhao de filé com alho servido com uma salada de agriao (Filé do Morais – o do restaurante que tem quase cem anos, no centro de São Paulo), então quando fazemos medalhão aqui em casa, sempre o faço ao ponto, coberto com uma camada de alho frito no azeite e, claro, sirvo com o agrião temperado somente com azeite e sal. Embora hoje veio bem acompanhando, uma exagero delicioso!


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Moqueca de Lagostins!



Depois de um dia cheio de trabalho, volto para casa pensando em que irei cozinhar esta noite, lembrei de uns lindos lagostins que compramos direto do pescador em Regência, um lindo lugar no norte do Espírito Santo, onde fica a foz do rio doce, um lugar para relaxar, descansar e pescar.
Ai após uma bela caminhada pelo calçadão, apreciando o mar que estava revolto e com lindas ondas, voltamos para preparar os apetitosos lagostins.
Como era a primeira vez que iria cozinhá-los resolvi fazer um clássico aqui do Espírito Santo: a moqueca capixaba tradicional. Leva cebola, alho, tomate coentro, cebolinha, azeite e colorau, então usei estes ingredientes e acrescentei pimenta biquinho e pimentão. Primeiro refogo o alho e cebolas no azeite, acrescento o colorau deixo refogar, junto os tomates e o coentro e cebolinha picadinhos deixo apurar um pouco ai junto os lagostins e espero eles ficarem de um vermelho indescritível, acerto o sal e pronto.
Ai veio um dilema: uma vontade incontrolável de dar uma baianizada e colocar leite de coco e uma pitadinha de azeite de dendê, ai o sangue capixaba falou mais forte e resolvi ficar com a clássica moqueca capixaba que é única e original. Tudo o mais com peixe é peixada
As fotos contam o restante!

domingo, 27 de março de 2011

SALADAS E MOLHOS

Não sou muito afeita aos molhos prontos, destes que existem hoje em dia aos montes, prefiro eu mesma criá-los,  dependendo do dia do tempo e da inspiração. Hoje fiz dois, um já havia feito antes e ficou bom. Nós aqui gostamos muito e o outro é uma receita que vi num programa novo da GNT.
O primeiro leva molho shoyo, um pouco de alho picadinho, sal (há o sal especial feito pelo meu marido, dia destes dou a receita), azeite e uma colher de chá, de mel (usei mel de jataí, comprado numa viajem deliciosa ao norte do Mato Grosso, para pescar matrinxãs).
O segundo, (este receita do programa) leva limão siciliano, mostarda e sal e, por minha conta acrescentei um pouquinho de azeite.
Em saladas uso sempre um mixer folhas, hoje usei chicória e uma que comprei em uma feira de produtos orgânicos e o vendedor disse ser radichio. Levemente amarga. Aqui, meu marido gosta muito do azedo e do amargo, normalmente uso alface de qualquer tipo, rúcula e agrião misturados.

FRANGO COM CREME DE MILHO!

Hoje tenho a visita da mamãe para o almoço. Ah, e o futebol do Brasil com Escócia na TV, então entre caminhar na praia ou simplesmente sentar no quiosque do nosso já velho conhecido para apreciar a paisagem e comer um bom peroá  frito,  resolvi praticar meu esporte predileto – pilotar o fogão –  fiz então um peito de frango com creme de milho.
Então, o frango, tempero com alho e sal, uma pitadinha de páprica e ervas finas, asso o frango tendo o cuidado de deixá-lo bem suculento, evitando que seque demais. Prefiro assar, pois acho que cozido o frango que vai ao forno depois para gratinar, ficaria seco demais e assando conservo-o suculento!
Feito isso, bato no liquidificador uma lata de milho com a água e tudo. A mesma medida de leite e duas colheres de sopa rasas de amido de milho, aí refogo em uma panela uma cebola media bem picadinha, em meia colher de sopa de manteiga, um pouco de azeite, este para não queimar a manteiga. Quando a cebola estiver transparente junto o milho batido e deixo engrossar.
Quando ferver, acrescento uma xícara de creme de leite, deixo ferver e acerto o sal.
Depois do frango assado e fatiado, coloco numa travessa refratária, cubro com o creme de milho e depois o queijo minas curado e ralado ( este veio direto de Regência – um paraíso no norte do Espírito Santo) e levo ao forno para gratinar. As imagens dizem o restante!