Domingo preguiçoso, tenho acordado ultimamente só pensando na próxima viajem ao Mato Grosso, Estado que aprendi a amar e assim relembro da última aventura e o gosto da culinária local, rica em pescados maravilhosos. O engraçado é que hoje teremos medalhão de filé, mas como estou contando os dias para minhas férias, impossível não lembrar as delicias de lá. Enquanto estas não chegam, nem seus maravilhosos peixes, rendo-me ao medalhão de filé!
Então resolvi fazer acompanhado de batatas com alecrim, cará gratinado com queijo minas (aquele de Regência – trouxemos dois KKKKKK). Dificilmente faço dois carboidratos numa mesma refeição, mas onde comprei os tais agriões encontrei um cará maravilhoso, e resolvi fazê-lo em alusão a um prato de um restaurante que almoço toda quarta feira. Para completar fiz uma salada de pepino japonês, azeitonas, cebola e salsinha com um molho de requeijão, que fiz à partir de coalhada que dessorei, inspirado na famosa tzatzik grega (Tzatziki (em grego: τζατζίκι) é um acepipe típico da culinária da Grécia, também usado como molho de souvlaki e de gyros. (Wikipedia)
É preparado com iogurte (normalmente de leite de ovelha ou de cabra, na Grécia e na Turquia), pepino, alho, sal, azeite, pimenta preta e endro, sendo por vezes também acrescentados sumo de limão e salsa ou hortelã.)
O agrião que acompanha este é herança de um prato muito apreciado pelo meu marido, um medalhao de filé com alho servido com uma salada de agriao (Filé do Morais – o do restaurante que tem quase cem anos, no centro de São Paulo), então quando fazemos medalhão aqui em casa, sempre o faço ao ponto, coberto com uma camada de alho frito no azeite e, claro, sirvo com o agrião temperado somente com azeite e sal. Embora hoje veio bem acompanhando, uma exagero delicioso!
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